Convertendo vídeos em diferentes formatos



Olá, gostaria de falar sobre o conversor FF ( Format Factory ), o qual tem se mostrado um ótimo senão melhor conversor de vídeos.
O programa converte para todos os formatos conhecidos rapidamente e sem erros. Possui uma interface intuitiva sendo muito fácil de utilizar.
Normalmente baixo arquivos de vídeo em média com 350 MB ( séries ) no formato AVI e transformo em RMVB ( pessoalmente acho o melhor formato considerando qualidade e tamanho )
reduzindo para pouco mais de 100 MB porém com excelente qualidade.
http://www.baixaki.com.br/download/FormatFactory.htm

Rad Challenge 07 Mountainbike

Tamanho - 47,5 MB

Sistema - Windows

Distribuição - Freeware

Você vai encarar montanhas com pistas estreitas, curvas super perigosas e competir offline e online . A competição de que você vai participar compreende somente em descidas, em trilhas com obstáculos (a UCI exige que os obstáculos naturais sejam grande maioria) com a distância mínima de 1,5km e de no máximo 3km.

O tempo mínimo de prova é de no mínimo 2:30 e máximo 6 minutos. Os competidores saem um a um com intervalo pré-definido, geralmente um minuto e tem o seu tempo cronometrado. É uma competição Contra o Relógio, na qual o vencedor é o atleta que percorreu o percurso no menor tempo, caracterizando um desporto de muita explosão e grande habilidade técnica.


  • Você será redirecionado para um site externo onde será preciso digitar um código alfanumético no espaço correspondente, para assim realizar o download.
http://www.freegamearchive.com/in.php?action=download&id=7108

Glest

Tamanho: 53,2 MB
Sistema: Windows
Distribuição: Freeware

G Glest é um jogo 3D de estratégia em tempo real estilo Age of Empires, pode ser modificado utilizando XML e um conjunto de ferramentas.
Glest inclui Jogo contra jogadores controlador por IA (inteligência artificial), proporciona ao jogador controlar 2 facções: Mago e Técnico, cada um com suas correspondentes árvores técnicas, unidades e construções











http://glest.org/en/index.php

Super Mário XP

Ficha Técnica

Tamanho: 6,1 MB
Sistema: WIn 98/ XP/ 2000
Distribuição: Freeware

Super Mario XP é uma curiosa fusão do Mario versão 8-bits com Castlevania. Sua missão é salvar pela milésima vez a princesa Peach das garras do terrível Browser, com todas as características do clássico do Super Nintendo chamado Mario World.

Alguns métodos para aniquilar os inimigos permanecem os mesmos como pular em cima deles e coisas assim, só que com uma variedade maior de armas que vão além do soltar bolinhas de fogo. Agora há martelos, bumerangues e muito mais. Os inimigos do Super Mario XP são todos os mesmos, mas as paisagens são diferentes.

O Mario ainda é o mesmo ...

Você encarna, mais uma vez, o bombeiro mais maluco e corajoso dos games. Personagem símbolo da gigante japonesa dos games, a Nintendo, e figurinha carimbada entre os jogadores de todas as idades, Mario ainda é o mesmo personagem.

Em Super Mario XP nosso herói readquire sua aparência original, do clássico nintendo. Os gráficos simples vão encher de nostalgia muitos dos que tiveram a oportunidade de passar horas jogando esta, que é uma das franquias mais rentáveis da história dos vídeo-games.

... mas suas habilidades, quanta diferença!

Mas desta vez, Mario fará uso das técnicas de outro sucesso do antigo console de 8-bits da Nintendo. Assim como o caçador de vampiros de Castlevania, o encanador italiano fará uso de armas dos mais diversos tipos. De martelos e machados, até mesmo o clássico chicote, imortalizado neste game. Os cenários de Super Mario XP são os mesmo do Castlevania, por isso, prepare-se para pular sobre muitas plataformas e pendurar-se sobre janelas e parapeitos.

Super Mario XP é uma ótima pedida para saudosistas e fãs de ambos os games. É uma experiência ao mesmo tempo nova e com gostinho de Déja Vu que com certeza agradará em cheio, tanto os antigos jogadores, quanto a nova geração.

http://www.ziggi.com.br/downloads/super-mario-xp



Sinusite



SINUSITE

O que é?

Sinusite é uma doença com base inflamatória e/ou infecciosa que acomete as cavidades existentes ao redor do nariz. Estas deveriam comunicar-se com as fossas nasais sem impedimentos! São cavidades revestidas por uma mucosa que necessita ventilação para a manutenção da normalidade na região.

A figura apresenta a região do nariz em uma visualização interna de seus componentes. Observe a proximidade destas cavidades para-nasais (ao redor do nariz) com as estruturas das órbitas (olhos), dentes e do cérebro. Sinusites podem levar a complicações sérias nestas regiões vizinhas!

Como se adquire?

Após infecção viral, inflamação de origem alérgica ou por poluentes, a mucosa da região nasal aumenta de volume e obstrui a comunicação destas cavidades com as fossas nasais. Esta obstrução acarreta o início da colonização por germes e fungos que estão presentes na região, mas não encontravam condições favoráveis ao seu crescimento.

O que se sente?

A doença pode gerar sensação de "peso na face", corrimento nasal, dores de cabeça, sensação de mau cheiro oriunda do nariz ou da boca e obstrução nasal com eventuais espirros.

Como o médico faz o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através da história que o paciente relata, exame físico da região e de exames radiológicos eventualmente necessários.

Como se trata?

O tratamento é feito com analgésicos, medicamentos para melhorar a permeabilidade nasal e antibióticos específicos aos germes que forem encontrados na região. Trata-se com medicamentos antifúngicos as infecções fúngicas sinusais.

Como se previne?

O cuidado com a saúde para se evitar as infecções virais e a manutenção da permeabilidade nasal durante essas viroses; o correto tratamento dos problemas alérgicos; a correção cirúrgica de eventuais desvios septais obstrutivos e/ou cornetos nasais obstrutivos podem prevenir as sinusites.

Quem vive em regiões frias ou com grandes variações climáticas ao longo dos dias ou meses, deve tomar cuidados mais intensos pela propensão maior da doença.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico:

A minha sinusite tem cura?

Se ela retorna freqüentemente não seria necessário combater os fatores predisponentes?

Quais as repercussões a médio e longo prazo de uma sinusite mal tratada?


By Dr Jose H Muller

Plasma ou LCD ?



Constituição do LCD

Um LCD é constituído de um líquido polarizador da luz, eletricamente controlado, que se encontra comprimido dentro de celas entre duas lâminas transparentes polarizadoras. Os eixos polarizadores das duas lâminas estão alinhados perpendicularmente entre si. Cada cela é provida de contatos elétricos que permitem que um campo magnético possa ser aplicado ao líquido lá dentro. O LCD utiliza a polarização da luz graças a filtros polarizantes e dupla refração de certos cristais líquidos em fase nematic podendo-se fazer variar a orientação em função do campo elétrico. Do ponto de vista óptico, o ecrã em cristais líquidos é um dispositivo passivo (não emite luz) cuja transparência varia; deve por conseguinte ser iluminado.

O ecrã LCD é constituído por dois polarizadores em que as direções de polarização formam um ângulo de 90° de cada lado de um sanduíche formado por duas placas de vidro que encerram cristais líquidos.

As duas faces internas das placas de vidros comportam uma matriz de eletrodos transparentes, uma (preto e branco) ou três (cor) por pixel. A espessura do dispositivo e a natureza dos cristais líquidos são escolhidas de maneira a obter a rotação desejada do plano de polarização na ausência de tensão eléctrica (90° nos ecrãs TN). Nos ecrãs de grande dimensão, acrescenta-se espanadores, pequenas esfera transparentes, no espaço preenchido de cristais líquidos para manter muito fraca a espessura (20 µm) constante e precisa. A aplicação de uma diferença de potencial mais ou menos elevada entre os dois eletrodos de um pixel provoca uma mudança de orientação das moléculas, uma variação do plano de polarização e por conseguinte uma variação da transparência do conjunto do dispositivo. Esta variação de transparência é explorada por uma retroiluminação, reflexão da luz incidente ou projeção.

O pixel

O pixel é a unidade básica de uma imagem numérica. O seu nome provem da locução inglesa picture element, que significa, “elemento de imagem” ou “ponto elementar“. Certos documentos (de origem IBM) falam também de pel. É o ponto mínimo endereçável pelo controlador vídeo. É por exemplo a unidade utilizada para especificar as definições de afixação (amplitude x altura). Num monitor colorido cada Pixel é composto por um conjunto de 3 pontos: verde, vermelho e azul. Cada um destes pontos é capaz de exibir 256 tonalidades diferentes (o equivalente a 8 bits) e combinando tonalidades dos três pontos é possível exibir 16 milhões de cores diferentes. Em resolução de 640 x 480 temos 307 mil pixels, a 800 x 600 temos 480 mil, a 1024 x 768 temos 786 mil e assim por diante. Resumindo, um pixel (aglutinação de Picture e Element, ou seja, elemento da imagem) é o menor elemento num dispositivo de exibição (como por exemplo um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor. De uma forma mais simples, um pixel é o menor ponto que forma uma imagem digital, sendo que o conjunto de milhares de pixels formam a imagem inteira. É a menor unidade de uma imagem, e quanto maior for o número de pixels, melhor a resolução que a imagem terá.

Tamanho da tela e resolução

Com a popularização dos monitores LCD, é cada vez mais comum encontrar no mercado aparelhos de tamanhos maiores do que os tradicionais monitores de 14″ ou 15″ (lê-se o símbolo ” como polegadas). No momento em que este artigo era elaborado no InfoWester, os monitores LCD de 17″ eram os mais comuns, não sendo raro encontrar modelos de 19″, existindo ainda modelos maiores de 32″ , 40″ ou maior, sendo porém mais raros.

Em relação à resolução, os monitores LCD trabalham com taxas satisfatórias, mas há uma ressalva: é recomendável que o monitor trabalhe com a resolução que recebe de fábrica. Isso porque a exibição da imagem será prejudicada, caso uma taxa diferente seja usada. Por exemplo, pode acontecer de o monitor deixar uma borda preta em torno da imagem em resoluções menores que o padrão ou, ainda, o aparelho pode esticar a imagem, causando estranheza a quem vê.

Contraste e brilho

O contraste é outra característica importante na escolha de monitores LCD. Trata-se de uma medição da diferença de luminosidade entre o branco mais forte e o preto mais escuro. Quanto maior for esse valor, mais fiel será a exibição das cores da imagem. Isso acontece porque essa taxa, quando em número maior, indica que a tela é capaz de representar mais diferenças entre cores. Para o mínimo de fidelidade, é recomendável o uso de monitores com contraste de pelo menos 450:1.Em relação ao brilho, o ideal é o uso de monitores que tenham essa taxa em, pelo menos, 250 Cd/m² (candela por metro quadrado) .

Protótipos de LCD

Protótipos de LCD retroiluminados por uma matriz de díodos électroluminescentes (DEL) brancos foram apresentados. Melhoram claramente a uniformidade de iluminação e prometem uma duração de vida equivalente à do painel LCD. Projeção: A iluminação transmitida é utilizada igualmente nos projectores, onde a imagem de um ecrã LCD cor pequena (cerca de 2 cm de diagonal) é projectada por um dispositivo óptico comparável a um projector de diapositivo que utiliza uma lâmpada halogénica de forte potência. Os melhores resultados são obtidos utilizando 3 ecrãs monocromo e um conjunto de filtros e prismas que decompõem e voltando a marcar o espectro luminoso. Iluminação reflexiva: O ecrã funciona com a reflexão da luz incidente, muito utilizado para os assistentes numéricos pessoais, as calculadoras, baladeiras e os relógios. Utiliza-se sobretudo com os ecrãs monocromo, suficientemente transparentes

a vantagem: Uma luminosidade naturalmente adaptada à iluminação ambiental;

o principal inconveniente: Ilegível quando a iluminação ambiental é fraca.

Iluminação transflectif

Combina um dispositivo reflexivo e uma retroiluminação transmitida. Disponível sobre numerosos assistentes pessoais (PDA) e certos aparelhos foto. As características de um ecrã LCD são definidas pela norma ISO 13406-2. Esta é a norma internacional que impõe os requisitos para a qualidade de imagens produzidas em monitores que utilizam a tecnologia LCD cobrindo os seguintes aspectos:

· Iluminação da imagem

· Contraste

· Reflexão

· Cores

· Iluminação e uniformização da côr

· Cintilação

· Análise das letras

Tipos de LCD

Neste momento existem no mercado diversos tipos de dispositivos que utilizam a tecnologia LCD, sendo: TN (twisted nematic – nematic assinala, em inglês, a qualidade dos cristais líquidos que apontam todos na mesma direção): é um tipo encontrado nos monitores LCD. Os monitores que usam TN podem ter a exibição da imagem prejudicada em animações muito rápidas.

STN (super twisted nematic): é uma evolução do TN, capaz de trabalhar com imagens que mudam de estado rapidamente.

GH (Guest Host): é uma espécie de pigmento contido no cristal liquido que absorve luz.

O TFT tem como principal característica a aplicação de transistores em cada pixel sendo muito encontrado no mercado. Thin-film transístor (TFT) é uma tecnologia para os ecrãs a cristais líquidos (LCD), que permite as imagens poder defilar mais rapidamente. Com efeito, a imagem existente apaga-se diretamente, deixando lugar ao seguinte que se fixa instantaneamente. Isto permite uma visão mais vazada e menos leve das animações (filmes, etc..). É feito pelo depósito de finas películas para os contatos metálicos, as camadas semicondutoras ativas e as camadas isolantes. É a melhor variante da tecnologia LCD e é mais flexível, já que cada pixel é controlado individualmente.

A maioria dos TFT não são transparentes eles próprios, mas os seus eletrodos e interconectores podem ser. Os primeiros TFT transparentes, baseados em óxido de zinco foram inventados em 2003 pelos pesquisadores da Universidade do Estado Americano do Oregon (Oregon State University). Também há outro tipo, Matriz Passiva DSTN (Double Super Twist Nematic), os quais se usam em dispositivos portáteis.

Vantagens e desvantagens

Como qualquer outro dispositivo do género, também tem as suas vantagens e desvantagens. Importa neste momento assinalar as mais importantes:

Vantagens:

1. Os monitores do tipo LCD (seja do PC, da TV ou qualquer outro produto que utilize esse recurso) possuem uma tela que é realmente plana, eliminando as distorções de imagem dos monitores do tipo CRT (Cathode Ray Tube, ou seja, tubo de raios catódicos), que tem suas telas curvas, causando as distorções;

2. Não prejudica a visão;

3. Os monitores LCD gastam menos energia do que os CRT;

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Desvantagens:

1. O preço dos monitores LCD é muito caro em relação aos tradicionais;

2. Esses monitores tem o ângulo limitado a uma visão perpendicular a (90º). Qualquer desfalque da visão causa distorção nas cores e na imagem;

3. Contraste inferior ao modelo CRT.

Comparação LCD/Plasma

Fora o preço, a TV de plasma não é a mais adequada para qualquer consumidor. Varia conforme o uso. Para jogos, TV e computador não é o melhor. A televisão comum recebe o sinal analógico das transmissoras e a imagem é escalonada no chamado formato padrão 4:3, que significa 4 de largura por 3 de altura. A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10, um rectângulo. Se exibir canais abertos, como programas locais, a imagem será 4:3 que, se for esticada para os 16:9 na tela de plasma, irá gerar uma distorção perceptível na imagem. Mesmo na TV por assinatura, a maioria dos canais são exibidos em 4:3. Qual será a solução? A solução está em assistir em 4:3 na tela de plasma, o que irá gerar duas tarjas pretas, grandes, nas laterais da tela – justamente a porção de imagem que não está sendo utilizada. Ocorre que a solução é um problema ainda maior, porque se as tarjas pretas ficarem por horas seguidas, elas irão manchar o plasma, causando o efeito burn-in. Para 100% de satisfação, só mesmo os filmes em DVD em widescreen que encham a tela.

Uma outra opção disponível no mercado são as telas de cristal líquido, LCD. A principal diferença é a formação da imagem e a resolução, que no LCD varia de 1024×768 a 1920×1080 pixels, associada a um baixo consumo de energia. A tela de LCD é mais usada actualmente para dispositivos pequenos, como displays de telefones moveis, equipamentos de som em carros e monitores de computador, além de TVs abaixo de 42 polegadas. O LCD também apresenta problemas, que são menos graves. Em imagens muito rápidas, às vezes é possível identificar rastros na tela, o chamado efeito fantasma ou ghost. Esses rastros são instantâneos, não mancham e não queimam a tela, mas incomodam bastante. Isso ocorre, também, porque o sinal é analógico. Para uso em computador, o problema é facilmente solucionado ao comprar um cabo digital de conexão entre o monitor o PC, o que acaba com o efeito fantasma e melhora consideravelmente a qualidade da imagem. Mas não funciona em televisão. Entre as desvantagens do LCD, é que a relação brilho/contraste não é tão vibrante quanto o plasma.

Cartões de Memória


Cartão de memória ou cartão de memória flash é um dispositivo de armazenamento de dados baseados na tecnologia Flash, um tipo de memória baseado no EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read Only Memory) desenvolvido pela Toshiba nos anos 1980. Os chips de memória Flash são parecidos com a memória RAM (Random Access Memory) usada nos computadores, porém suas propriedades fazem com que os dados não sejam perdidos quando não há mais fornecimento de energia (por exemplo, quando a bateria acaba ou o dispositivo é desligado).

Amplamente utilizado em câmeras fotográficas digitais, filmadoras digitais, videogames de mesa e portáteis, celulares, Palms, PDAs, MP3 Players, PCs e diversos outros aparelhos eletrônicos, oferecem grande capacidade de regravação, não utilizam energia para transferir ou armazenar dados, são extremamente portáteis e contam com ótima durabilidade.

Como a tecnologia flash utiliza semicondutores, os cartões de memória são dispositivos únicos que não precisam de várias peças, eliminando assim qualquer problema mecânico. Juntando isso a recursos de proteção, como ECC (Error Correction Code), Magic Gate nos Memory Stick e Content Protection for Recordable Media (Proteção de Conteúdo para Mídia Gravável) no cartão SD, a memória Flash evolui muito tornando-se amplamente confiável.

Existem muitos tipos diferentes de cartão de memória, assim como várias utilizações para os mesmos, sendo as mais comuns em câmeras fotográficas digitais, celulares e videogames. Um dos primeiros formatos de cartão de memória comercial foi o PC card (PCMCIA) a serem lançados nos anos 90.

Atualmente, são apenas utilizados com aplicações industriais. Ainda nos anos 90, vários outros cartões de memória foram lançados. Menores que o PC card, iniciaram a tendência de maior portabilidade e maior capacidade. O CompactFlash, SmartMedia, e Miniature Card estão entre eles. Pequenos cartões de memória começaram a vir dentro dos celulares (SID) e os videogames passaram a salvar os dados dos jogos em cartões de memória que o público conhecia pelo nome em inglês, memory card.

o PC card e o Memory Card do Playstation 2

Do final dos anos 90 até o início de 2000, muitos formatos novos surgiram, incluindo o MMC, seu sucessor o CartãoSD, o Memory Stick, o xD-Picture Card e muitas variantes. A redução dos tamanhos dos celulares, câmeras fotográficas e de vídeo aliada a tecnologia de alta-definição, obrigaram os fabricantes a produzirem cartões de memória cada vez menores e de maior capacidade, deixando os primeiros cartões obsoletos rapidamente.

O SmartMedia e o Compact Flash dominaram o mercado de câmeras digitais de 2001 até 2005, quando o Cartão SD começou a c

ompetir com o SmartMedia, sem no entanto dominar o mercado, pois começou a brigar também com o Memory Stick, o xD, assim como o próprio Compact Flash. Atualmente o mercado encontra-se amplamente fragmentado, com dúzias de variantes dos principais formatos e os PCs interagindo com todos. Muitos aparelhos também suportam mais de um tipo, garantindo maior compatibilidade. Uma curiosidade é o venerável PC card, que ainda hoje consegue manter um nicho no ramo industrial.

Cartões de Memória SD e o Memory Stick

Memórias Flash NOR e Flash NAND

Existem dois tipos principais de memória Flash, a memória NOR e a memória NAND. Confira um breve resumo acerca de ambas:

NOR: a memória Flash NOR (Not OR) permite acesso às células de memória de maneira aleatória, mas com alta velocidade. Em outras palavras, o tipo NOR permite acessar dados em posições diferentes da memória de maneira rápida, sem necessidade de ser seqüencial. O tipo NOR geralmente é usado em chips de BIOS, telefones celulares e em placas de rede especiais.

NAND: assim como a memória Flash NOR, a memória Flash NAND (Not AND) também trabalha em alta velocidade, porém acessa as células de memória sequencialmente e as trata em conjunto – em blocos de células – ao invés de acessá-las individualmente.
Vários tipos de Cartão de Memória

O que dificulta a vida do usuário é o fato de existirem diversos padrões diferentes de cartões de memória, em sua maioria incompatíveis entre si. Os fabricantes também não ajudam e continuam lançando formatos novos dotados de mais velocidade de transferência de dados, mais capacidade de armazenagem, etc.

Mas se os cartões de memória são todos baseados na mesma tecnologia Flash, por que existem tantos tipos diferentes e incompatíveis entre si? Qual o motivo dessa quantidade absurda de formatos e fabricantes?

Na verdade, o que aconteceu nos primórdios do cartão de memória foi que as empresas não entraram em um acordo sobre qual formato adotar, passando a produzir cartões específicos para seus aparelhos. Ao contrário do que houve com outras tecnologias, como o USB, o CD e o DVD, grandes fabricantes como Sony, Olympus, Cannon, seguiram para lados distintos e recorreram a formatos diferentes e incompatíveis de cartão de memória para seus produtos.

Mini-SD-TF-CF-Micro-SD-MS-Pro-stick

não precisa ficar confuso, nós tiramos todas as suas dúvidas

De uma disputa inicialmente polarizada entres os padrões CompactFlash (derivado dos cartões PC-Card, ou PCMCIA, em tamanho menor) e SmartMedia, no início da fotografia digital, passamos a ter um mercado dividido entre estes e os Multimedia Cards (MMC) e Secure Digital (SD); MemoryStick e suas variantes Pro e Duo; e xD Picture Card (substituto do SmartMedia) – sem falar em alguns novos formatos ultracompactos voltados para telefones celulares e afins.

Por isso os usuários são obrigados a usar Memory Sticks nos produtos Sony, xD nas câmeras digitais Olympus, cartão SD nas Cannon e assim por diante. Mas para isso o cartãodememória.com.br existe. Leia nossos artigos e saiba tudo sobre a evolução do cada vez mais indispensável Cartão de Memória.

Mas que Cartão de Memória Comprar?

Tenha sempre em mente qual formato o seu aparelho utiliza. Daí, decida o que mais importa para você: capacidade de armazenagem, velocidade de gravação e transferência de dados, resistir a condições mais extremadas de temperatura, etc. Sim, existem muitas diferenças entrre os cartões de memória.

A velocidade do cartão é um bom exemplo. Em câmeras muito rápidas, geralmente dotadas de buffers de memória que nos permitem capturar seqüências de várias fotos por segundo, muitas vezes o fotógrafo é obrigado a esperar a gravação das fotos no cartão para poder continuar fotografando e aí a taxa de transferência do cartão faz diferença. Na hora de transferir as fotos para o computador – quem tem cartões de muita capacidade já percebeu o quanto isso pode demorar – um cartão rápido e um leitor Firewire ou USB 2.0 reduzem consideravelmente o sofrimento.

Porém o usuário deve ficar atento a outro problema: não é qualquer câmera que consegue tirar vantagem dos cartões mais rápidos. Se a sua câmera é lenta por natureza e você não usa um leitor de cartões para descarregar as fotos no computador, comprar o cartão mais rápido do mercado pode significar dinheiro jogado fora. Acompanhe sempre nossos artigos para saber as características e diferenças entre os vários formatos e linhas de cartão de memória e escolha o que mais se adapta às suas necessidades.