Novas versões do Opera para celulares e tablets

A Opera Software lançou as novas versões de seu navegador para celulares, o Opera Mini 6 e o Opera Mobile 11.

Eles são praticamente iguais, mas enquanto o Mini é mais leve e compatível com muitos modelos de celular (qualquer um que rode Java, Android, Symbian, Blackberry, Windows Mobile 5.1 e iOS), o Mobile é recomendado para smartphones e tablets (Android, Symbian, Windows Mobile 10 e, ainda em teste, Maemo e MeeGo) e oferece recursos como um bom suporte a Flash (apenas no Android) e HTML5.

De mais, não há muita diferença. Os navegadores tem sistema de abas, “pinch zoom” e speed dial, uma ferramenta de acesso fácil a sites selecionados que antes só estava disponível na versão para desktop. Também é possível sincronizar favoritos, histórico, speed dial e outras configurações entre todos os computadores e dispositivos usados.

Ainda possibilitam uma navegação mais rápida através da compressão de dados. No Mini, ela é automática e chega a 90%; no Mobile tem que ser ativada e é de até 80%.

Ah, e para os Applemaníacos, o Mobile para iOS ainda não foi anunciado, mas está sendo desenvolvido e deve ser lançado em breve.


Baixe o Opera Mini 6 ou o Opera Mobile 11 para seu celular

4 Principais Novidades do Firefox 4

Depois de vários atrasos e adiamentos, a fundação Mozilla lançou oficialmente a quarta versão do navegador Firefox.

Quando a Mozilla surgiu em 2004 como concorrente da Microsoft no mercado de browsers, apostava em um navegador inovador e de código livre que tinha como grande atrativo uma enorme variedade de complementos. A iniciativa deu certo e o Firefox rapidamente se estabilizou como segundo navegador mais usado no mundo, porém, recentecemente, viu outros navegadores, menos robustos mas muito mais rápidos (como o Chrome), lhe tomarem uma participação considerável no mercado.

O Firefox 4 é certamente a tentativa de atender a essa demanda por desempenho sem trair o que fez do navegador um sucesso. Ele agora está muito mais leve e ágil, mas com recursos novos muito legais, como há um bom tempo não se via. Confira as principais novidades:

Sync

O Sync é a ferramenta que põe o Firefox na nuvem. Favoritos, senhas, preferências, histórico e até abas abertas podem ser associadas a uma conta online. Os dados são encriptados e só podem ser acessados com uma chave de segurança a que apenas o usuário tem acesso. O recurso já existia em add-ons, mas agora é nativo e, finalmente, tira essa desvantagem do Firefox em relação ao Chrome.


Panorama

Outra novidade do Firefox 4 é o sistema de organização de abas. Em um visual intuitivo, é possível agrupar as abas em vários grupos que podem ser nomeados. É uma ótima solução para trabalhar com muitas páginas abertas sem poluir visualmente o navegador. E o desempenho do browser continua bom mesmo com várias abas sendo usadas.

Restartless add-ons


Mais uma antiga desvantagem para o Chrome, o Firefox passa a ter add-ons que não exigem que o navegador seja reaberto depois de sua instalação. Mas a mudança não vale para todos os complementos: para serem restartless, os add-ons têm que ser especificamente programados. A Mozilla até lançou uma ferramenta de conversão dos antigos, mas ela está mais dando dor de cabeça do que ajudando os desenvolvedores.

HTML5 e CSS3

Junto com a computação em nuvem, talvez sejam as maiores tendências da internet, portanto não é surpresa que o Firefox 4 tenha aumentado a compatibilidade com o HTML5 e o CSS3. No site html5test.com, que testa a capacidade do navegador para a nova versão da linguagem, o Firefox marcou 240 pontos. Ainda não chegou nos 288 do Chrome, mas dá um banho no IE9, com apenas 130.

Download

http://www.baixaki.com.br/download/mozilla-firefox.htm

Pendrive com vírus – Saiba como se proteger


Hoje em dia quase todo mundo tem um Pendrive. Esse pequeno e útil objeto veio de vez para substituir os famigerados disquetes e, em alguns casos, até CD’s e DVD’s.


É indiscutível a utilidade do pendrive e, sabendo disso, os desocupados de plantão criadores de vírus e pragas resolveram criar algumas pragas que se disseminam através de pendrives.

Como um pendrive pode “viajar” em vários computadores, os vírus e programas prejudiciais voltaram alguns anos na história e estão se disseminando através de um método parecido com o utilizado em disquetes antigos. Ao inserir o pendrive infectado no computador, é executado automaticamente um programa que instala essas pragas em seu computador, contaminando também outros pendrives que forem conectados à máquina. No caso dos antigos disquetes, o programa malicioso se instalava muitas vezes na área de boot dos disquetes fazendo com que o sistema operacional fosse infectado automaticamente apenas com a inserção e leitura do disco. Como os pendrives geralmente não possuem área de boot, os desocupados conseguiram imaginar (nem precisou de muita imaginação) que um pendrive é detectado automaticamente como uma nova unidade de disco no Windows. Sendo assim, basta o mesmo contenha um arquivo chamado “autorun.inf” para que, ao ser detectado, o Windows automaticamente leia esse arquivo e execute as instruções nele contidas.

Por sorte é possível que essa função seja desabilitada do Windows. Função essa que, ao meu ver, nunca teve muita utilidade. Siga os procedimentos abaixo para desabilitar a função de execução automática desses arquivos. Lembrando sempre que, caso não se sinta à vontade para executar os procedimentos abaixo é sempre recomendado que você procure um profissional da área que estará mais familiarizado com a manipulação dessas ferramentas pois qualquer erro pode significar a inutilização de alguma parte ou todo o sistema operacional.

Siga os seguintes passos: Clique no Menu Iniciar e, em seguida, na opção “Executar”. Na caixa “Executar” digita (sem aspas) “gpedit.msc”. Isso fará com que abra a janela “Diretivas de Grupo” do Windows XP. Dentro das “Diretivas de Grupo“, abra “Configuração do Computador“, “Modelos Administrativos“, “Sistema“. Dentro da pasta “Sistema” você deverá localizar o item “Desativar AutoExecutar” e clicar duas vezes sobre essa opção. Abrirá então a caixa “Propriedades de Desativar AutoExecutar” onde você deverá marcar a opção “Ativado“. Clique em OK para concluir a operação e feche todas as janelas abertas nesse procedimento.

Executando esses simples passos você estará prevenindo que seu computador execute automaticamente qualquer instrução e/ou programa que estejam nos discos inseridos. Note que após executar esses procedimentos, ao inserir um CD-ROM, DVD e/ou Pendrive, seu Windows XP não mostrará mais aquela caixinha de tarefas que aparecia quando você inseria um novo disco.

Caso alguém saiba os passos a serem executados no Windows Vista, favor enviar via comentários. Sintam-se à vontade também para fazer críticas e/ou sugestões através dos comentários.

Editado: Após marcar a opção “Ativado” nas “Propriedades de Desativar AutoExecutar” é necessário escolher a opção “Todas as unidades” na caixa “Desativar Executar automaticamente em” que aparecerá após selecionada a opção “Ativado“. É esse detalhe que garantirá que nenhuma unidade estará apta à executar comandos automaticamente.

O que é uma imagem do sistema?

Uma imagem do sistema é uma cópia exata de uma unidade. Por padrão, uma imagem do sistema inclui as unidades necessárias à execução do Windows. Isso também inclui o Windows e as configurações do sistema, os programas e os arquivos. Você poderá usar uma imagem do sistema para restaurar o conteúdo do computador, se o disco rígido ou o computador parar de funcionar. Quando você restaura o computador a partir de uma imagem do sistema, trata-se de uma restauração completa — não é possível escolher itens individuais para a restauração, e todos os atuais programas, configurações do sistema e arquivos serão substituídos pelo conteúdo da imagem do sistema.

Embora esse tipo de backup inclua arquivos pessoais, é recomendável fazer backup dos arquivos regularmente usando o Backup do Windows, a fim de que você possa restaurar arquivos e pastas individuais conforme a necessidade. Na configuração do Backup do Windows, você poderá permitir que o Windows escolha o que será incluído no backup, que incluirá uma imagem do sistema, ou você poderá selecionar os itens que deseja incluir no backup e se deseja incluir uma imagem do sistema. Para obter mais informações sobre a configuração do Backup do Windows, consulte Fazer backup dos seus arquivos.

Se o computador tiver várias unidades ou partições, você poderá criar uma imagem do sistema que inclui todas elas, adotando os passos indicados em Fazer backup dos programas, configurações do sistema e arquivos.

Fonte - Microsoft


Disco de recuperação Windows 7.

O Disco de recuperação do sistema pode lhe ajudar a reparar o Windows, se um erro sério ocorrer. Neste tutorial mostrarei passo a passo como criar um disco de recuperação do Windows 7.
Vamos ao Tutorial!

Coloque um CD virgem no Drive de CD/DVD.



Clique no Menu Iniciar – Painel de Controle



Clique em Fazer Backup do Computador.



Clique em Criar um Disco de Reparação do Sistema.



Clique em Criar Disco.



Aguarde alguns minutos até a Conclusão da gravação dos arquivos de Recuperação do Sistema.



Clique em Fechar.



Clique em OK.

Vírus Nimda, conhecendo e se livrando

O W32/Nimda.A@mm, ou apenas Nimda, é um perigoso vírus de correio eletrônico que se executa de forma automática, simplesmente por visualizar a mensagem que o contém. É transmitido por correio eletrônico, utilizando uma vulnerabilidade no Internet Explorer 5, e nos clientes de correio Outlook e Outlook Express.

Esta vulnerabilidade reúne duas características: por um lado utiliza um código HTML que gera um frame, e de outro lado, utiliza um arquivo anexo codificado em base64 marcado como audio/x-wav. Ambas ações confundem o componente do Internet Explorer que oferece os serviços de browser aos visualizadores de correio da Microsoft, e é também utilizado pelo próprio Internet Explorer de forma que este pensa que se trata de um arquivo de áudio que deve ser reproduzido, ou executado, de forma automática enquanto se abre a mensagem.


Método de infecção

A infecção ocorre quando o usuário visualiza o conteúdo do e-mail ou abre a mensagem. O cliente de e-mail assume que o anexo é um arquivo de áudio, e o executa automaticamente. Em seguida, o verme se envia por e-mail por estabelecer conexões para a Internet através de comandos SMTP. Para obter os endereços de e-mail das novas vítimas, o vírus se autentica ao sistema de
e-mail através de SimpleMAPI e então percorre as mensagens em busca de endereços de e-mail.

Uma vez que o usuário recebeu a mensagem e foi infectado, se o sistema for Windows 9x, o vírus se copia para a pasta Windows\System
com o nome LOAD.EXE e o atributo de oculto.

Em seguida, o verme modifica o arquivo SYSTEM.INI, adicionando a seguinte linha que garante sua execução todas as vezes que o computador é reiniciado:

Shell=explorer.exe load.exe -dontrunold

O verme também copia um arquivo com atributo de oculto chamado riched20.dll para a pasta Windows\System. Desta forma, toda vez que uma aplicação que usa esta DLL for executada (Wordpad, por exemplo), o vírus é ativado.

Se por outro lado o sistema for Windows NT ou Windows 2000, o verme cria o arquivo LOAD.EXE na pasta Winnt\System32. Cria então um usuário chamado "guest", e o inclui no grupo "administrators". Após isto, ele se loga utilizando este usuário recém criado e compartilha o drive C: como C$.

Este verme também utiliza outra vulnerabilidade do IIS para alterar o conteúdo das páginas listadas abaixo de tal forma que se qualquer usuário tentar visualizá-la, o código alterado pelo vírus abre um arquivo de nome readme.eml (o formato das mensagens do Outlook Express). Este arquivo contém o código do vírus. As páginas são as seguintes: index.html, index.asp, readme.htm, main.html, main.asp, default.htm, index.htm, readme.html, readme.asp, main.htm, default.html e default.asp.

Se o Internet Explores estiver vulnerável, ele imediatamente irá abrir o arquivo readme.exe, que está anexo na mensagem readme.eml.

É importante notar que o sistema que tiver o Internet Explorer com as vulnerabilidades citadas acima, executa arquivo .eml automaticamente, mesmo se o browser estiver devidamente configurado.

Detecção e desinfecção

A SIn baseada em pesquisas ao vírus , recomenda as seguintes medidas para proteção contra este novo e perigoso vírus:

· Atualizar o antivírus antes de abrir o cliente de correio eletrônico. Todas os anti-vírus já dispõem de vacina para este vírus. Depois de atualizar o antivírus, execute uma análise nos sistemas de arquivos e mensagens.
· Ative a opção de segurança do Internet Explorer e Outlook no nível máximo.

Descrição Técnica

(Extraido de http://www.symantec.com/region/br/avcenter/data/w32.nimda.a@mm.html)


Infecção via Web Server

O W32.Nimda.A@mm tenta infectar servidores da web Microsoft IIS sem patch. No Microsoft IIS 4.0 e 5.0, é possível construir um URL que levaria o IIS a navegar para qualquer pasta desejada na unidade lógica que contém a estrutura da pasta da web e acessar os seus arquivos. Um patch e informações referentes a esta exploração podem encontrados em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms00-078.asp.

A exploração bem sucedida da Vulnerabilidade de Passagem de Diretório dá ao atacante a capacidade de instalar e executar o código, assim como adicionar, mudar ou excluir arquivos ou páginas da web no servidor comprometido. As limitações da vulnerabilidade original incluem:

  1. A configuração do servidor. A vulnerabilidade permite acessar somente aqueles arquivos que residirem na mesma unidade lógica da pasta da Web. Por exemplo, se um administrador da Web configurou o servidor de forma que os arquivos do sistema operacional tenham sido instalados na unidade C e as pastas da Web tenham sido instaladas na unidade D, o atacante seria incapaz de usar a vulnerabilidade para acessar os arquivos do sistema operacional.

  2. O atacante precisa estar conectado de forma interativa ao servidor.

  3. Os privilégios adquiridos seriam somente os de um usuário conectado localmente. A vulnerabilidade permitiria ao usuário malicioso agir somente no contexto da conta IUSR_machinename.

Entretanto, ao usar o worm W32.Nimda.A@mm como mecanismo de entrega, o atacante pode comprometer remotamente um servidor IIS vulnerável e, uma vez comprometido, criar uma conta local no servidor de destino com privilégios de administrador, independentemente da unidade em que o servidor IIS está instalado. O worm usa técnicas de passagem de diretório para acessar o cmd.exe em servidores IIS sem patch. O worm também tenta usar primeiramente os servidores comprometidos pelo CodeRed II para propagar e acessar o root.exe a partir do diretório Inetpub/scripts.

O worm procura por servidores da web que usam endereços de IP gerados aleatoriamente. Usando esta exploração, o worm se copia para o servidor da web como admin.dll via TFTP. Os equipamentos infectados criam um servidor TFTP aguardando (porta 69/UDP) para transferir cópias do worm.

Este arquivo é então executado no servidor da web e copiado para múltiplos locais. Adicionalmente a essa exploração, o worm tenta explorar servidores já comprometidos usando arquivos root.ext ou cmd.exe que estão localizados em diretórios web executados remotamente.

O worm tenta modificar, com JavaScript, arquivos nomeados como default, index, main ou readme ou então arquivos com extensão .htm, .html., e .asp. O JavaScrip apresenta o arquivo Readme.eml (criado pelo worm) para os visitantes que abrem páginas infectadas. Readme.eml é um arquivo de email do Outlook Express com o worm anexo. A mensagem email utiliza MIME exploit. Portanto, um computador pode ser infectado apenas ao acessar um página web infectada.


Modificações do sistema

Quando executado, o worm determina a partir de onde está sendo executado. Em seguida, o worm sobrescreve o MMC.EXE no Diretório do Windows ou cria uma cópia de si próprio no Diretório Temporários do Windows.

Então, o worm infecta executáveis, cria arquivos dele mesmo como .eml e .nws e efetua uma cópia como Riched20.dll em pastas (folders) que contém arquivos .doc no drive local. O worm procura por arquivos em paths listados nas seguintes chaves de registro:

HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\App Paths
HKLM\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Shell Folders

O worm captura o sistema modificando o arquivo system.ini como segue: Shell = explorer.exe load.exe -dontrunold

Ele também substitui o arquivo Riched20.dll. O Riched20.dll é um .DLL legítimo do Windows usado por aplicativos tais como o Microsoft Word. Ao substituir esta DLL, o worm é executado toda vez que aplicativos tais como o Microsoft Word são executados.

O worm se copia como arquivo:
%Windows\System%\load.exe

NOTA: %Windows\System% é uma variável. O worm localiza a pasta \Windows\System (por padrão é C:\Windows\System) e se copia para esse local.

Em seguida, o worm cria compartilhamentos de rede aberta para todas as unidades no computador, modificando a chave de registro:

HKLM\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Network\LanMan\[C$ -> Z$]

É necessário reinicializar o computador para que estas configurações sejam efetivadas.

O worm procura por todos os compartilhamentos abertos na rede iterando através da Rede Próxima. Todos os arquivos de compartilhamentos de rede aberta são examinados quando há uma possível infecção. Todos os arquivos .EXE são infectados pelo worm, exceto os arquivos WINZIP32.EXE.

Os arquivos .EML e .NWS, copiados para o compartilhamento de rede aberta e o worm se copia como riched20.dll para qualquer diretório com arquivos .DOC.

O worm altera as configurações do Explorer para não mostrar arquivos ocultos e extensões de arquivos conhecidas.

O worm adicionar o usuário "guest" dentro dos grupos "Guests" e "Administrators". Isso dá à conta "Guest" os privilégios do Administrador. Adicionalmente, o worm compartilha ativamente C$ = C:\ No reboot is required.


Envio de E-Mail em Grande Escala

O worm inicia a rotina de envio em grande escala, primeiro procurando por endereços de e-mail, verificando em arquivos locais .htm e html e também usando funções MAPI para acessar mensagens na caixa de entrada dos clientes de e-mail. Quaisquer clientes MAPI, inclusive o Microsoft Outlook e Outlook Express, podem ser afetados. Esses endereços coletados serão usados não somente no campo Para, como também no campo De. Assim, as mensagens não parecerão estar vindo do usuário infectado.

O worm envia os e-mails de um servidor SMTP próprio, usando uma entrada DNS configurada para obter um registro de servidor de correio (registro MX).

Quando o worm é recebido por e-mail, ele explora uma exposição do MIME, já conhecida há tempos, para se auto-executar. Se um patch foi utilizado para corrigir essa exposição do sistema, o worm não conseguirá se executar. Informações sobre essa exposição podem ser encontradas em http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/MS01-020.asp


Infectando Executáveis

O worm também tenta infectar arquivos .EXE. Primeiro, o worm verifica a já existência de arquivos infectados. Se não existem arquivos infectados, o worm faz um cópia dele mesmo em um diretório temporário. O arquivo da vítima é incorporado dentro da cópia. Esta nova cópia, infectada, é então copiada sobre a versão original do arquivo. Os arquivos executáveis infectados terão aproximadamente 57344 bytes. Quando um arquivo infectado é executado, o worm extrairá o arquivo original (limpo) para um folder temporário que será executado ao mesmo tempo. Assim, pode-se não notar que o executável foi contaminado.

Enquanto é executado, o worm pode tentar excluir cópias de si próprio. Se o arquivo está em uso ou bloqueado, o worm criará o WININIT.INI com uma entrada para se excluir por reinicialização.

Quando estiver infectando arquivos, o worm poderá criar, na pasta Temporária do Windows, arquivos temporários como:
mep[nr][nr][letter][nr].TMP.exe
mep[nr][nr][letter][nr].TMP

Ambos serão ocultos e de sistema.

As portas utilizadas por este worm estão listadas abaixo. Note que são portas padrão.
TCP 25 (SMTP) - utilizada para enviar email para os alvos com endereços retirados do equipamento comprometido.
TCP 69 (TFTP) - abre a porta 69/udp para a transferência TFTP do admin.dll durante a infecção IIS. Como parte deste protocolo faz conexões de saída para transferir os arquivos.
TCP 80 (HTTP) - utiliza esta porta para validar alvos: servidores IIS vulneráveis.
TCP 137-139, 445 (NETBIOS) - utilizada para a transmissão do worm.

Adicionalmente, o worm monitora conexões com uma seqüência particular de bytes e então abre uma porta especificada para aquela solicitação. Esta porta não é restrita para um "range" particular.

O worm contém bugs e pode consumir muitos recursos. Portanto, nem todas as ações ocorrerão e pode ser observada instabilidade do sistema.


Instruções de remoção

NOTA: Uma vez infectado pelo W32.Nimda.A@mm, é possível que o seu sistema tenha sido acessado remotamente por um usuário não autorizado. Por esta razão é impossível garantir a integridade de um sistema infectado. O usuário remoto pode ter feito alterações no seu sistema, incluindo, mas não limitado, aos seguintes itens: Roubo ou alteração de senhas ou arquivos de senhas
Instalação de software de conexão remota, também conhecidos como backdoors
Instalação de software para o registro (log) de digitação (ou ações do teclado)
Configuração das regras de firewall
Roubo de número de cartões de crédito, informações bancárias, dados pessoais e outras informações privadas.
Exclusão ou alteração de arquivos
Envio, através de email, de material inapropriado ou até mesmo material para incriminar a vítima.
Alteração de direitos de acesso a determinadas contas ou arquivos.
Exclusão de informações dos "arquivos de log" (ou registros) para não deixar evidências sobre a invasão.

Se você precisa garantir a segurança da sua empresa ou organização, você precisa reinstalar o sistema operacional, restaurar arquivos de backup efetuados antes da infecção e alterar todas as senhas que estavam sendo utilizadas no computador infectado ou que poderiam ser acessadas através dele. Esta é a única forma de garantir que os sistemas estarão seguros. Para mais informações sobre segurança na sua empresa ou organização, entre em contato com o administrador de sistemas.


Windows 95/98

Você precisa utilizar o comando EXTRACT no prompt do DOS. Siga os seguintes passos utilizando as instruções para o seu sistema operacional.

NOTAS:

  • Você precisará de um disco de inicialização do Windows 98/Me. Se estiver usando o Windows 95, você precisará de um que tenha sido criado em um computador com Windows 98/Me). Para instruções sobre como proceder para criar um disco de inicialização, veja o documento (em inglês) How to create a Windows Startup disk.

  • Tenha o disco de instalação do Windows disponível.

  • Quando estiver digitando o comando, substitua a letra correspondente do drive do seu CD-ROM pela letra relevante ao seu caso. Por exemplo, se estiver usando o Windows 98 e o seu CD-ROM for o drive D, você deve digitar extract /a d:\win98\win98_40.cab riched20.dll /L c:\windows\system

  • Se o seu Windows estiver em outro folder que não seja C:\Windows, você deve substituir o path apropriado ou nome do folder que corresponda ao seu folder \Windows.

  • Para instruções detalhas sobre o comando EXTRACT, seja a documentação da Microsoft: How to Extract Original Compressed Windows Files, Article ID: Q129605.

  • Para uma alternativa, de alguma forma mais simples, você pode usar o System file Checker no Windows 98 para restaurar o arquivo. Para informações sobre este recurso, por favor, veja a sua documentação do Windows.

  1. Desligue o computador e desligue a chave de força. Uma vez que o computador estiver desligado, insira o disco de inicialização do Windows 98/Me no drive e reinicialize o computador. Quando o menu de seleção aparecer, selecione START WITH CD-ROM SUPPORT (ou Inicie com o suporte a CD-ROM).

  2. Digite o comando aplicável ao seu sistema operacional Se estiver usando o Windows 98, digite o seguinte e tecle ENTER extract /a d:\win98\win98_40.cab riched20.dll /L c:\windows\system Se estiver usando o Windows 95, digite o seguinte e tecle ENTER extract /a win95_10.cab riched20.dll /L c:\windows\system

  3. Se você encontrar alguma mensagem de erro, de qualquer tipo, repita o passo (2) e tenha certeza de que você digitou corretamente o comando para o sue sistema operacional -- exatamente como descrito. Senão, digite EXIT e pressione ENTER.


Windows NT 4.0

  1. Tenha certeza de que o Windows está configurado para mostrar todos os arquivos.

  2. Procure e exclua todos os arquivos Riched20.dll

  3. Reinstale os Service Packs mais recentes. O Service Pack substituirá o arquivo com uma nova cópia.

  4. Se após a substituição dos arquivos Riched20.dll programas como o Word ou Office não funcionarem, our se estiver recebendo mensagens de erro, você terá que reinstalar o Microsoft Office.


Windows 2000

Se estiver executando o Windows 2000, um programa interno encontrará e substituirá o arquivo corrompido ou que estiver faltando. Para substituir o arquivo Riched20.dll corrompido, siga os passos:

  1. Tenha certeza de que o System File Checker está habilitado.
    1.1 Clique em START (Iniciar) e em RUN (Executar)
    1.2 Digite cmd e clique OK
    1.3 Digite o seguinte e tecle ENTER sfc /enable
    1.4 Digite EXIT e pressione ENTER

  2. Tenha certeza de que o Windows está configurado para mostrar todos os arquivos:
    2.1 Inicie o Windows Explorer
    2.2 Clique o menu Tools (Ferramentas) e clique no folder OPTIONS (Opções)
    2.3 Clique a guia VIEW (Visualizar)
    2.4 Desmarque "Hide file extensions for known file types." (Ocultar extensões de arquivos para tipos de arquivos conhecidos)
    2.5 Desmarque "Hide protected operating system files" (Ocultar arquivos protegidos de sistema operacional) e sobre "Hidden Files" (Arquivos ocultos) clique em "Show hidden Files and folers" (Visualizar pastas e arquivos ocultos).
    2.6 Clique APLLY (Aplicar) e em seguida OK

  3. Procure o arquivo Riched20.dll
    3.1 Clique START (Iniciar), aponte para FIND ou SEARCH (Localizar) e clique em Files ou folder (Arquivos ou pastas)
    3.2 Tenha certeza de que "Look in" (verificar em) esteja marcado para C e que os subfolder serão incluídos na procura.
    3.3 Na caixa SEARCH FOR (Procurar por) digite: riched20.dll
    3.4 Clique em FIND NOW (Procurar agora)
    3.5 Exclua os arquivos que aparecerem
  4. Reinicialize o seu computador
  5. O System File Checker substituirá todos os arquivos que estiverem faltando relacionados com Riched20.dll. Se após a substituição dos arquivos Riched20.dll os programas Word ou Office não rodarem corretamente, ou se verificar mensagens de erro ao iniciar, você deve reinstalar o Microsoft Office.


Como configurar o Norton AntiVirus para verificar todos os arquivos e o meu sistema

  1. Abra o Norton AntiVirus

  2. Clique em Opções, Norton AntiVirus

  3. Selecione Verificações Manuais

  4. Em Tipos de Arquivos à Verificar marque a opção Todos os Arquivos

  5. Selecione Proteção Automática

  6. Em Tipos de Arquivos à Verificar marque a opção Todos os Arquivos

  7. Clique em OK

  8. No Norton AntiVirus, clique em Verificar Vírus Existentes

  9. Clique duas vezes na primeira opção que aparecerá no lado direito da janela (Verificar Meu Computador ou Verificar Todos os Discos Rígidos)
Escrito por Eric Chien

Como funciona um roteador

Em tempos que a internet banda larga já não é tão rara aqui no Brasil e notebooks são uma realidade em nossas casas, o dispositivo ROTEADOR começa a se tornar quase tão comum quanto o mouse ou teclado. Basta você ir a uma loja comprar um notebook, que o vendedor tentará incluir um mouse externo e um router wireless.

Mas para que serve um roteador ? Ainda mais o roteador Wireless, eu preciso disso ?

Primeiro, vamos separar as coisas. Roteador é uma coisa, wireless é outra. Quando falamos de dispositivos domésticos e para pequenos escritórios, eles vêm no mesmo aparelho, mas continua sendo coisas distintas. Por enquanto vamos deixar a característica Wireless de lado, vamos falar da principal função, o roteamento.

A melhor maneira de explicar um roteador é comparando-o a um sistema de PABX. Imagine que você tem uma linha telefônica e um PABX com quatro ramais. Quatro pessoas podem falar entre si, na parte interna da rede de telefones, e uma pode realizar uma chamada externa. Agora, imagine que a central PABX permitisse dividir essa linha externa em 4, para que todos os ramais internos pudessem fazer chamadas externas. Maravilha, mas você ainda continua com apenas um número telefônico. Quem quiser fazer uma chamada, de fora para você, não terá como escolher em qual dos quatro ramais ela cairá.

Quando você contrata um serviço de internet banda larga, normalmente recebe um MODEM, que lhe fornece um único ponto de acesso à internet. Se você tem apenas um computador, pronto, é só ligá-lo a esse ponto. Entrentanto, se você possui mais do que um computador, e quer que todos se conectem à internet, terá que criar uma rede interna (como os ramais do pabx) e conectá-la à internet. É isso que o ROTEADOR faz.

Assim como uma linha telefônica, sua conexão à internet recebe um número, que é o chamado ENDEREÇO IP. Você provavelmente não sabe qual é o seu enredeço ip, mesmo porquê, na maioria dos casos, ele muda a cada vez que você desliga e liga o modem, mas não se preocupe, é assim mesmo que funciona. Ainda tomando por exemplo a central PABX, quando você monta sua rede interna, você dá um “ramal”, ou seja, um endereço IP, para cada computador dessa rede e, quando os conecta ao ROTEADOR, acontece o milagre da divisão dos canais.

Essa divisão (compartilhamento) não daria certo no caso das linhas telefônicas. Oito pessoas falando ao mesmo tempo, realmente não dá.

router

Entretanto, no caso da internet é perfeitamente possível fazê-lo, com duas únicas ressalvas: A primeira é que, ao comparilhar os canais, você pode gerar uma sobrecarga no uso, diminuindo a velocidade em cada ponto. Imagine apenas um computador ligado à internet, fazendo o download de um vídeo qualquer. Agora, imagine que há dois, ou três, ou quatro computadores em uma rede, compartilhando a mesma conexão com a internet e todos fazendo o download do mesmo vídeo. A velocidade percebida em cada micro será menor do que quando há apenas um micro.

A segunda ressalva diz respeito à conexões de entrada, quando algum computador na rede externa (internet) precisa enviar uma informação para um computador específico na rede interna. Ocorre a mesma coisa do exemplo do telefone: Você tem apenas um número. Há como superar essa barreira, mas falarei disso em outro artigo.

Bom, é para isso que serve o roteador. Ah, sim, eu havia deixado o wireless de lado, lembra ? Pois bem, o wireless nada mais é do que a maneira com que os computadores se conectam ao ROTEADOR. Ao invés de usar um cabo, você se conecta via antena, só isso.